sábado, 12 de maio de 2007

1, 2, 3, 4!

Quando ligo a TV, o que é algo que eu particularmente quase não faço, me deparo com programas inúteis, sem criatividade, que impõe opiniões sem que se possa argumentar ou ter outra visão do assunto, tratando-nos como robôs prontos para sermos programados (apesar que a maioria já se acostumou a aceitar isso)... Além disso, quando passo por canais como MTV e paro um pouco para ver as bandas que tocam, sabe que eu me pergunto: Que porra é essa? O que aconteceu com a música de verdade? Cadê o senso critico das pessoas? E o Rock? Se é que isso é rock, ta mais pra rock-a-propaganda, não existe mais “music for pleasure” (The Damned sacou!) é tudo por dinheiro, músicas que vendam, essa é a lei, hinos para uma Geração Domesticada (Blind Pigs, yeah!).
Onde foi para o verdadeiro Rock e seu espirito, sabe... Chuck Berry, Beatles, Who, Stooges, Ramones, Doors, Nirvana, AC/DC, Motorhead, Raul Seixas, Legião entre outros mil.
Arte pela arte?! Criticas?! Só se for arte pela grana, critica a dor-de-cotovelo ou a roupa da moda que você não tem!
Underground, Inde, Alternative, agora nem mais essa palavras são sinônimos de “não-comercialidade”, claro que não devo generalizar, mas mesmo esses tipos de bandas que não deveriam ter interesses comerciais atualmente seguem uma linha mais “doce”, mais pop.
- BLERG!
Eu nunca gostei do capitalismo, mas ainda tínhamos uma relação pacífica, agora interferir na música! Ai já é de mais! Manipule as mentes com a TV, mas deixe as verdadeiras Artes para quem gosta delas, para os revolucionários, os de esquerda, libertários, de direita, comunista, não importa, mas que amem-nas e não que vendam-nas.
Bem provavelmente você me ache um idiota, tosco, tolo, drogado, problemático, esquizóide, alucinado ou qualquer coisa do tipo. Eu não ligo! Talvez seja verdade, talvez eu que tenha um vicio nostálgico a bandas do verdadeiro, bom e velho Rock ‘N’ Roll (’60 e ‘70 e por que não ‘80 e ’90). Mas sei que não sou o único, quem ama a arte, Rock (de verdade) deve me entender... Ou não.
Mas seja como for, está ai o meu desabafo, um grito para acordar, um desejo engasgado que salta garganta a fora!


A imaginação é mais importante que o conhecimento” - Albert Einstein

abraços pra quem chegou até aqui o/

Cretin Hop - Ramones

There's no stopin' the cretins for hoppin'
You gotta keep it beatin' for all hop cretins
Cretin! Cretin!

I gonna go for a whirl with my cretin girl
My feet wont stop doin' the cretin hop
Cretin! Cretin!

One! Two! Three! Four!
Cretins wanna hop some more
Four! Five! Six! Seven!
All good cretins go to heaven

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Para começar...

Prazer (pelo menos da minha parte), sou um cara que nunca teve apelidos então, costumam me chamar pelo meu nome mesmo... Luiz. Com muita criatividade, vou repetir minha frase Orkutiana; sou um garoto podre, sou resto de nada, “sou diferente (ou não) com muito orgulho, pop o caralho eu gosto é de barulho” (acho que você já percebeu meu gosto musical), em geral tenho temperamento (externo) calmo, tenho certas idéias formadas, mas como adolescente, a incoerência insiste em ser uma sombra, apesar de ser mais racional, o que não me impede de ter um coração (sacas?!), penso, resisto, logo existo!
Bem criei esse blog com o simples objetivo de "vomitar" minhas palavras, opiniões, desejos, ânsias, vontades, ou simplesmente passar o tempo.
Já que normalmente escrevo por prazer, pensei em fazer o blog. Quem sabe ainda posso ser útil... Ou não, mas de qualquer forma, de que vale sua opinião se você não pode dividi-la?! E é bem provável que eu tenha muito a escrever aqui, já que esse ano promete ser instável, forçado, estressante, diferente, bom, deprimente, animador, belo e por que não FDP. Isso é o TERCEIRÃO, para quem já passou sabe o que estou falando e para quem não passou, Sorte sua!
Bem pra terminar essa apresentação, se é que você teve paciência pra chegar até aqui ou não dormiu lendo... Vai um das minhas viagens recentes, sem LSD.

Sorria, você vive... Sinta o Sol

Conte-me suas mentiras,
Quem sabe eu acredite.
Sussurre-me como morrer
Porque estou indo para lá,
Você deve me achar um suicida
Mas eu não ligo,
Saiba que não sou o único,
Só sei fingir melhor.

È fácil sorri para o Sol.
Eu sorri para você, para o Céu.
Encare a morte, beije-a,
Cuspa na sua cara e sorria,
Termine sua história
Para que eu possa dormir,
Só me acorde quando for
O dia da chegada.

Quero sentir sua dor,
Quero gozar o teu prazer.
Como prato principal, seu câncer.
Deixe-me beijar suas feridas,
Preciso me regenerar.
Não corte minhas pernas de novo.
Venha assim, como um amigo,
Velha lembrança a me estuprar.

Hei! Não vá agora,
Sente. Acenda mais um cigarro,
De mais um trago, mais um gole.
Leve meus diamantes
Mas fique, ainda não destilei
Toda dor no meu interior.
Sim, já é tarde, já é noite,
Não há mais Sol em mim, devo ir!


Luiz Guilherme Augsburger
3 de maio de 2007.