quinta-feira, 3 de maio de 2007

Para começar...

Prazer (pelo menos da minha parte), sou um cara que nunca teve apelidos então, costumam me chamar pelo meu nome mesmo... Luiz. Com muita criatividade, vou repetir minha frase Orkutiana; sou um garoto podre, sou resto de nada, “sou diferente (ou não) com muito orgulho, pop o caralho eu gosto é de barulho” (acho que você já percebeu meu gosto musical), em geral tenho temperamento (externo) calmo, tenho certas idéias formadas, mas como adolescente, a incoerência insiste em ser uma sombra, apesar de ser mais racional, o que não me impede de ter um coração (sacas?!), penso, resisto, logo existo!
Bem criei esse blog com o simples objetivo de "vomitar" minhas palavras, opiniões, desejos, ânsias, vontades, ou simplesmente passar o tempo.
Já que normalmente escrevo por prazer, pensei em fazer o blog. Quem sabe ainda posso ser útil... Ou não, mas de qualquer forma, de que vale sua opinião se você não pode dividi-la?! E é bem provável que eu tenha muito a escrever aqui, já que esse ano promete ser instável, forçado, estressante, diferente, bom, deprimente, animador, belo e por que não FDP. Isso é o TERCEIRÃO, para quem já passou sabe o que estou falando e para quem não passou, Sorte sua!
Bem pra terminar essa apresentação, se é que você teve paciência pra chegar até aqui ou não dormiu lendo... Vai um das minhas viagens recentes, sem LSD.

Sorria, você vive... Sinta o Sol

Conte-me suas mentiras,
Quem sabe eu acredite.
Sussurre-me como morrer
Porque estou indo para lá,
Você deve me achar um suicida
Mas eu não ligo,
Saiba que não sou o único,
Só sei fingir melhor.

È fácil sorri para o Sol.
Eu sorri para você, para o Céu.
Encare a morte, beije-a,
Cuspa na sua cara e sorria,
Termine sua história
Para que eu possa dormir,
Só me acorde quando for
O dia da chegada.

Quero sentir sua dor,
Quero gozar o teu prazer.
Como prato principal, seu câncer.
Deixe-me beijar suas feridas,
Preciso me regenerar.
Não corte minhas pernas de novo.
Venha assim, como um amigo,
Velha lembrança a me estuprar.

Hei! Não vá agora,
Sente. Acenda mais um cigarro,
De mais um trago, mais um gole.
Leve meus diamantes
Mas fique, ainda não destilei
Toda dor no meu interior.
Sim, já é tarde, já é noite,
Não há mais Sol em mim, devo ir!


Luiz Guilherme Augsburger
3 de maio de 2007.

Um comentário:

leonel disse...

Cara...
Esse terceirão me da medo!

IUAHSIUHASIUHASIUHASIH

Abraço!